31/01/2004

Salvem a musica portuguesa
Durante alguns anos fomos bombardeados por certos fenómenos musicais como os excesso, Ágata e toda a cambada de filhos da puta que cantava musica pimba e caracterizavam como a boa musica portuguesa.
Felizmente esses tempo passaram e agora estamos a ouvir boa musica tuga, bons projectos que podem ir alem fronteiras.
Os festivais da canção que todos nós víamos a pensar que é desta que ganhamos, não, ponham lá um toni qualquer a cantar e admiravam-se como e que ele ficava nos últimos lugares. Espero que agora isso venha a mudar, porque já temos bons grupos portugueses a tocar nas rádios, também haveremos de ganhar qualquer coisinha no festival da canção.
Graças a concursos de TV que têm feito sucesso, como os ídolos e a operação triunfo, temos visto que até há boas vozes em Portugal.
O fenómeno mais recente e que toda a gente ouvia falar era dos ídolos, mas curiosamente não era dos bons cantores que iriam sair dali, era das bocas que o júri mandava aos concorrentes que sonhavam com um carreira musical. Ainda me lembro como se fosse hoje, quando estou a fazer zapping pela TV e deparo-me com uma figura muito estranha no programa ídolos, um jovem do sexo masculino (acho eu) de cabelo comprido, cantando uma musica dos back street boys e que tinha sido desclassificado há 1ª. Ora o júri simpático como era disse logo que cantar não era com ele (ou ela) e manda-o embora. Ele transtornado pergunta porquê, ficando sem resposta, mas mesmo assim esse jovem corajoso decide após alguns minutos entra de novo na sala do júri e diz de sua justiça que cantou bem, ao que um dos membros do júri responde de alto e bom som “não cantas nada, isto aqui não é para imitações”.
A este caso só tenho coisa a dizer, jovem dedica-te às abelhas por assim tapas a cara para ninguém te conhecer.
Este 1º dia do blog do doutor saco é dedicado ao jogador de futebol MIKLOS FEHÉR, falecido no dia 25 de janeiro de 2004. tudo era mau, o jogo entre as duas equipas (benfica e guimarães) foi péssimo, talvez devido ao mau tempo que se fazia sentir nessa noite no norte do país. o jogo foi mau e acabou ainda pior, com a sua morte, depois de ter-lhe sido mostrado um cartão amarelo, ele sorriu e depois....morreu.
este cartão amarelo transformou-se num vermelho, nao para o jogo mas para a vida do jogador.A sua morte trantornou muita gente, muitas lagrimas forma derramadas e muitos porquês forma questionados, mas para a morte não há razão, ela vem, leva-nos e pronto. isto tudo deu para perceber que um dia eu e tu também partiremos um dia e que enquanto esse dia não chega temos de aproveitar a vida ao máximo.
Agora só me resta viver e relembrar o eterno nº 29 do sport lisboa e benfica,Miklos Fehér com um sorriso na cara.

PS:alguém por acaso lembra-se quem marcou o golo da vitória? foi o Fernando Aguiar.....

Cumprimentos de Dr Saco